Rios

 

 

Rios

Os rios da Itália são numerosos mas com percursos breves, estão em prevalência no centro e norte, é freqüente a existência de rios que reduzem seu fluxo até secar nas regiões meridionais e nas ilhas; os mais importantes são :

Rio Pó -652 km

Rio Adige - 410 Km,

Rio Arno - 241 Km.

Rio Aniene- 99 Km

Rio Drava -725 km

Rio Mincio-73 Km

Rio Rubicão-

Rio Ticino -280 km

Rio Trebbia -115 km

Rio Tibre - 405 km

Rio Vaiont

Rio Piave  -220 Km

 
 

Rio Adige

O Adige (em italiano) ou Etsch (em Alemão) é um rio localizado a noroeste da Itália, este é segundo mais largo, depois do rio Pó.

Possui um comprimento de 409 km.Altitude na nascente de  1.550 m.Área da bacia de  12.100 km².Nasce perto do lago de Resia.

Sua foz é no Mar Adriático.


 

 

O  Rio Adige em Verona.

 

 

Rio Drava

O Drava (também em croata, esloveno e italiano; Dráva em húngaro) é um rio da Europa Central meridional que nasce no Tirol Meridional (Itália), e corre para leste através do Tirol Oriental e da Caríntia (Áustria), entra na Eslovênia e segue na direção sudeste através da Croácia, formando a maior parte da fronteira entre aquele país e a Hungria, e termina o seu curso no Danúbio, perto de Osijek. Sua extensão total é de 725 km .

 

 
 
 

Rio Pó

 

Rio Pó (Padus em latim) percorre uma extensão de 652 quilômetros de Ocidente para Oriente, ao longo do Norte da Itália (Piemonte e Lombardia, até desaguar no Mar Adriático, perto de Veneza.

É o maior rio italiano, e passa por muitas cidades importantes, incluindo Turim, e ainda nas proximidades de Milão – nesta última cidade o rio penetra através de uma rede de canais chamados navigli. Perto do fim do seu curso, o rio dá lugar a um grande delta, com centenas de pequenos canais e cinco cursos fluviais principais, chamados Pó di Maestra, Pó della Pila, Pó e Gália Transpadana (a Norte do Pó); em italiano, o vale é chamado de Pianura Padana, e é tão bem irrigado pelo rio que se tornou a principal área industrial do País.

A sua importância é tal que está sujeito ao controlo de um magistrado especial, o Magistrato delle Acque.

Dados gerais sobre a bacia do Rio Pó:

https://www.adbpo.it/on-line/ADBPO/Home/IlbacinodelPo.html

 
 

Rio Tibre

 

Rio Tibre (Tevere ) é um rio no território italiano, com nascente na Toscana. Atravessa a Umbria (Città di Castello), depois oLázio (Orte e Roma) e deságua no Mar Tirreno.

Comprimento :405 km 
Altitude da nascente : 1.268 m 
Débito médio : 230 m³/s 
Área da bacia : 17.374,996 km² 
Nascente  : Monte Fumaiolo, província de Forlì-Cesena na Emília-Romanha 
Foz : Mar Tirreno

Nas margens deste rio, em Roma, encontra-se o Castelo de Santo Ângelo.

 

Erguido a partir do ano 139, no preciso local das Tumbas de Adriano, tem este nome porque, no ano 590 um anjo surgiu no prédio, para anunciar que a peste que atacava Roma logo acabaria.

Durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas, mas serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.

De seu terraço superior, tem-se uma vista linda do rio Tibre ( Tevere) dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

De planta circular, o seu desenho renascentista influenciou a traça do Forte do Bugio em Portugal, e a do Forte de São Marcelo, no Brasil .

Panorâmicas virtuais de 360º

Os rios sicilianos são todos de porte e extensão limitados. Desembocam no Mar Jônico o Simeto e Alcântara, ao longo da costa meridional, o Imera, o Platini e o Belice.

Pontes romanas sobre o Tibre

Ponte Emilio, hoje conhecida como Ponte Rotto: provavelmente construída no século III a.C., reconstruída em 179 a.C. e completada em 142 a.C., conserva-se, hoje, apenas uma arcada da reconstrução quinhentista e pilares originais da época romana.

 

 

Ponte Milvio, referida na Idade Média como ponte Mollo: mencionada pela primeira vez em 207 a.C., foi reconstruída em 110 a.C.. Abaixo dela, extra-muros, cruzava o rio Tibre quem viesse da via Flaminia e da via Cassia, encontrando-se na via Clodia e na via Veientana.

Ponte Fabricio, hoje Ponte dei Quattro Capi: de 62 a.C., ainda existente. Liga a ilha Tiberina à margem esquerda.

Ponte Cestio, atual Ponte di San Bartolomeo: Lúcio ou Caio Sestio, na metade do século I a.C., restaurada no século IV, resta a arcada central, enquanto as laterais são de uma reconstrução do século XIX. Liga a ilha Tiberina à margem direita.

Ponte di Agrippa: da época do imperador Augusto, foi alvo de numerosos restauros e reconstruções e corresponde à atual Ponte Sisto.

Ponte Neroniano ou Ponte Trionfale: construída na época do imperador Nero, no século I, ainda são visíveis hoje em dia escassos restos que substituíram na margem do rio, perto da atual Ponte Vittorio.

Ponte Elio, atual Ponte Sant'Angelo, na margem esquerda.Ponte Elio (pons Aelius): construída no ano 134 sob reinado do imperador Adriano, para ligar à margem esquerda o mausoléu de Adriano.

 

Ponte Elio, atual ponte Sant'Angelo, na margem esquerda.

 

Ponte de Santo Ângelo, tirada do castelo.

Ponte Antonino, ou Ponte Aurelio: radical reestruturação da Ponte di Agrippa no ano 147, obra do imperador Antonino Pio, corresponde à atual Ponte Sisto.

Ponte di Probo (pons Probi): construída pelo imperador Probo (276-282) e reconstruída sob Teodósio I nos anos 381-387, inexistente.

Ponte di Valentiniano (pons Valentiniani) foi um restauro no século IV da Ponte Aurelio (ou Ponte Antonino), corresponde à atual Ponte Sisto.

Pontes modernas sobre o Tibre

Ponte Garibaldi: inaugurada em 1888, obra do arquiteto Angelo Vescovali, era originalmente constituída por um pilar central e duas arcadas em ferro. Entre 1953 e 1958 as arcadas de ferro foram substituídas. Liga os quarteirões de Trastevere (viale Trastevere) com o centro (via Arenula), imediatamente a montante da ilha Tiberina. Estende-se ao longo de 120 m.

Ponte Palatino: iniciada em 1886 e inaugurada em 1891 em substituição da antiga ponte Emilio, a seguir à ilha Tiberina. Estende-se ao longo de 155 m.

Ponte Umberto I: inaugurada em 1885, obra do arquiteto Angelo Vescovali era destinada a servir o Palácio da Justiça ("Palazzaccio") e a ligar os quarteirões de Prati com o centro, na margem esquerda do rio Tibre.

 Dispõe três arcadas ao longo de 105 m.

Ponte Regina Margherita (ou "ponte Margherita"): iniciada em 1886 e inaugurada em 1891 é obra do arquitecto Angelo Vescovali. Liga os quarteirões de Prati (via cola di Rienzo) com a Piazza del Popolo (praça do Povo). Dispõe três arcadas revestidas de travertino ao longo de 103 m.

Ponte Cavour: iniciada em 1891 e inaugurada em 1896, é obra do arquiteto Angelo Vescovali. Serve de elo de ligação aos quarteirões Prati (piazza Cavour) com o centro histórico à direita do rio Tibre. Dispõe cinco arcadas ao longo de 110 m.

Ponte Mazzini: iniciada em 1904 e inaugurada em 1908, obra do arquiteto Viviani e Luigi Moretti. Liga a cona de Gianicolo com o centro. Dispõe três arcadas ao longo de 106 m.

Ponte ferroviária de São Paulo: construída entre 1907 e 1910 em substituição da "Ponte dell'Industria", serve a linha ferroviária de Trastevere e Ostiense. Dispõe três arcadas ao longo de 101 m.

Ponte Vittorio Emanuele II (ou "ponte Vittorio"): projeto de Ennio De Rossi de 1886, foi inaugurada apenas em 1911. Liga o centro (corso Vittorio) com o Vaticano em substituição da antiga Ponte Neroniano e da Ponte Sant'Angelo. Dispõe três arcadas ao longo de 108 m e está decorada nas extremidades de altos-relevos.

Ponte Risorgimento: construída em 1911 para ligar a Exposição Internacional de Arte, liga os quarteirões Mazzini e Parioli. Construída pelo arquiteto Hennebique em cimento armado, foi desenvolvida sobre uma única arcada de 100 m ao longo de 159 m.

Ponte Aventino ou Ponte Sublicio (Anco Márcio (século VII a.C.): inciciada em 1914 pelo arquiteto Marcello Piacentini, foi inaugurada em 1919. Liga os quarteirões Testaccio e Ostiense (via Marmorata) com a zona Trastevere. Dispõe de três arcadas ao longo de 105 m.

Ponte Matteotti: obra do arquiteto Augusto Antonelli, foi inaugurada em 1929 para liagar o quarteirão Prati com o quarteirão Flaminio. Originalmente tinha o nome de "ponte delle Milizie" e mais tarde "Ponte Littorio". O nome atual foi atribuído em 1945. Dispõe três arcadas ao longo de 138 m.

Ponte Flaminio: projetada em 1932 pelo arquiteto Armando Brasini, foi iniciada em 1939. Os trabalhos foram interrompidos pela Segunda Guerra Mundial, e retomados em 1947. Seria concluída em 1951. Realizada em calçada revestida de travertino, é ornamentada de torres de mármore que se assemelham a lampiões. Substitui a antiga Ponte Milvio. Estende-se ao longo de 292 m.

Ponte Duca d'Aosta: iniciada em 1939 e inaugurada em 1942. Liga o quarteirão Flaminio com o Foro Itálico.

Ponte Principe Amedeo: inaugurada em 1942 em substituição da ponte pedonal "dei Fiorentini". Dispõe três arcadas ao longo de 109 m.

Ponte Testaccio, iniciada em 1938, projecto do arquiteto Bastianelli devia ligar a rua Aventino com a estação de Trastevere, através da demolição de Mattatoio, com o nome de Ponte d'Africa. Foi inaugurada em 1948. Dispõe de uma única arcada ao longo de 122 m e quatro baixos-relevos em travertino.

Ponte di Castel Giubileo, de 1951, pertence ao Grande Raccordo Anulare, nas saídas da via Salaria e da via Flaminia.

Ponte della Magliana: projetada em 1930 pelo engenheiro Romolo Raffaelli em relação à zona EUR, ainda em projeto. Enconstrava-se ainda incompleta em 1943, quando é parcialmente destruída pelos alemães. Foi completada apenas entre 1945 e 1948. Constituída por sete arcadas em cimento armado, tem de comprimento 224 m.

Ponte Marconi: projetada em 1937 para unir a zona do Tevere com a zona da Exposição Universal de 1942 (agora designada EUR), sendo completada apenas no ano 1954. Construção em betão armado, 235 m.

Ponte di Tor di Quinto: construída em 1960 em ocasião das XVII Olimpíadas, em Roma, para ligar a nova via Olímpica com os importantes edifícios desportivos na Acqua Acetosa. Dispõe de sete arcadas de cimento armado ao longo de 72 m.

Ponte Pietro Nenni: construída entre 1971-1972 pelo arquiteto Luigi Moretti, é utilizado pelo metropolitano (linha A). Dispõe de três arcadas de cimento armado.

 

Veja multimídia acessando:

Pontes Antigas

Pontes Modernas

Ponte Sublicio

Ponte Milvio,

Quattro Capi:

San Bartolomeo:

Ponte Vittorio

Ponte Sant'Angelo

Ponte Sisto.

 

 

 

Ponte Garibaldi:

Ponte Palatino:

Ponte Umberto I:

Ponte Regina Margherita

Ponte Cavour

Ponte Mazzini:

Ponte Vittorio Emanuele II

Ponte Risorgimento:

Ponte Matteotti

Ponte Duca d'Aosta:

Ponte Principe Amedeo:

Ponte Testaccio

Ponte Pietro Nenni:

 

 
 

Rio Ticino

O Rio Ticino é um tributário do Rio Pó.Nasce em St.Gotthard na Suíça,e,flui através do Lago Maggiore.O Ticino junta-se ao Rio Pó por poucos quilômetros no estreito de Pávia.Possui cerca de 280 km de comprimento.Na Suíça ele é represado para criação de usina elétrica,enquanto na Itália ele é usado na irrigação de lavouras. As cidades ao longo desse rio são:

Na Suíça:

Airolo,Bellinzona,Locarno

Na Itália:

Stresa,Vigevano,Pávia

Nome derivado de Ticino:

Batalha de Ticino 218  A.C,na Segunda Guerra Pûnica.

 

 
 

Rio Aniene

O Rio Aniene (antigamente conhecido popularmente como Teverone, termo relativo, sobretudo à parte baixa do rio, embora não se use há mais de cinqüenta anos) rio italiano de 99 km, e é o principal afluente da margem esquerda do rio Tibre logo a seguir ao rio Nera. Juntamente com o primeiro, é um dos dois rios que atravessam Roma; na cidade, as margens estão protegidas durante uma grande extensão, como parque natural.

Comprimento 99 km

Altitude da nascente 1.075 m

Área da bacia 1.414 km²

Nascente Filettino, província de Frosinone no Lácio

Foz Tibre, dentro da cidade de Roma.

 
 

Rio Trebbia

O Rio Trebbia situa-se na Região de Emilia romana,cuja nascente encontra-se nos apeninos ligurianos a uma altitude de 1.406 m ,a nordeste de Gênova, percorrendo 115 km no sentido norte-nordeste através dos apeninos nordestinos e nas terras baixas do Rio  Pó para entrar a Oeste de Piacenza.Através de seu curso,exceto nos primeiros 3 km,o rio é acompanhado pela alto estrada Gênova-Piacenza.

Para saber mais sobre este rio acesse,onde encontrará uma bonita galeria de fotos :

https://www.altavaltrebbia.net/fotovalle.htm

 
 

Rio Mincio

O Rio Mincio é um rio da Itália, com 73 km de extensão, afluente da margem esquerda do Pô e emissário do Lago de Garda. Contra a corrente do Lago de Garda, o Mincio recebe o nome de Sarca. Seu curso é situado essencialmente na Lombardia com exceção de alguns quilômetros que se encontram no Vêneto (Província de Verona). Desde 1984 o Rio Mincio se encontra incluído no território do Parque Nacional Regional do Mincio, instituído pela região da Lombardia.

Lista das comunas atravessadas pelo Mincio: Peschiera, Ponti sul Mincio, Monzambano, Valeggio sul Mincio, Volta Mantovana, Pozzolo, Goito, Marmirolo, Porto Mantovano, Rivalta, Grazie, Curtatone, Soave, Mântua, Virgilio, Bagnolo San Vito, Governolo.

 
 

Rio Rubicão

Rubicão (Rubico, em latim; em italiano, Rubicone) é o antigo nome latino de um riacho na Itália setentrional. Na época romana, corria para o Mar Adriático entre Ariminum e Caesena. A identidade moderna do rio é discutida, mas alguns o identificam com o rio Pisciatello, na Província de Forlì-Cesena.

O rio ficou conhecido pelo fato de que o direito romano da época da República proibia qualquer general romano de atravessá-lo com suas tropas. O curso d´água marcava então a divisa entre a província da Gália Cisalpina e o território da cidade de Roma (posteriormente, a província da Itália).

Quando Júlio César atravessou o Rubicão, em 49 a.C., presumivelmente em 10 de janeiro do calendário romano, em perseguição a Pompeu, violou a lei e tornou inevitável o conflito armado. Segundo Suetônio, César teria então proferido a famosa frase Alea iacta est ("a sorte está lançada"). O mesmo autor também descreve como César parecia indeciso ao se aproximar do rio e atribui a decisão de atravessar a uma aparição sobrenatural.

A frase "atravessar o Rubicão" passou a ser usada para referir-se a qualquer pessoa que tome uma decisão arriscada de maneira irrevogável, sem volta.

 

 

Rio Vaiont

O rio Vaiont (ou Vajont) é um afluente do rio Piave (do latim Plavis = bater ruidosamente), localizado no nordeste de Itália  que nasce nos Alpes Italianos (na região das Dolomites, assim designada pela abundância de dolomite que aí existe) e deságua no Mar Adriático, próximo da cidade de Veneza. A bacia hidrográfica do Piave está muito intervencionada, principalmente com sistemas de irrigação, na parte inferior, correspondente a uma planície aluvial, e com aproveitamentos hidrelétricos, na parte superior, montanhosa.

O vale do Vaiont, situa-se próximo da fronteira com a Áustria e com a Eslovênia, a cerca de 100km a norte de Veneza. Trata-se de um vale profundo e apertado, isto é, uma verdadeira garganta em que, consequentemente, as condições fisiográficas são muito propícias à construção de uma barragem. Devido a tais condições, na transição das décadas de 50 para a de 60 do século XX, foi aí efetivamente construída uma grande barragem destinada à produção de energia elétrica, que ficou conhecida por Barragem de Vaiont.

A área é geologicamente caracterizada por litologias carbonatadas intercaladas com areias e argilas. Existem dois sistemas principais de fraturas, um paralelo e outro perpendicular aos planos de estratificação. 

Especificamente no vale onde foi edificada a barragem a estrutura geológica corresponde a um sinclinal cortado pelo rio. As formações dominantes são carbonatadas, do Jurássico Inferior e Médio (Lias, Dogger), a que se sobrepõem calcários mais argilosos do Jurássico Superior (Malm). Sobre este conjunto dispõem-se terrenos do Cretácico e do Terciário, caracterizadas por litologias mais detríticas, com maiores conteúdos argilosos e, por conseqüência, menos resistentes. A s vertentes do vale têm, em geral, pendores muito elevados, chegando a ser quase verticais.

 

 

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