Calábria

 

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 População: 2.070.992 hab

Superfície : 15080 km²
 Capital: Catanzaro (CZ)

 

 Províncias-5

 Comunas-517

     Catanzaro (CZ)

    80

   Cosenza (CS)

  155

  Crotone (KR)

    27

              Reggio Calabria (RC)

    97   

           Vibo Valentia (VV)

  158

A Região de Calábria, antigamente Brutium, é uma região do Sul da Itália que ocupa o “dedo” da península italiana ao Sul de Nápoles. Tem dois  milhões de habitantes, 15 080 km² e sua capital é Catanzaro. Tem limites ao Norte com a  Região de Basilicata, a Oeste com o Mar Tirreno, ao Leste com o Mar Jônico. A Região da Calábria é separada da Sicília pelo Estreito de  Messina.

Estreito de Messina (Stretto di Messina em italiano) é um estreito no Mar Mediterrâneo que separa a península italiana da ilha de Sicília e que liga o mar Jônico ao mar Tirreno. Sua menor largura é de 3,3 km.

 

 

Estreito de Messina

 

Um ferry-boat conecta Messina (Sicília) com o continente em Villa San Giovanni, na Calábria.

A Calábria, ninho de antigas civilizações foi o lugar que deu o nome a toda península sendo que antigamente era chamada Itália somente a Calábria para honrar seu rei: Italo.

Situada no meio do Mar Mediterrâneo esta região estende-se ao sul da Basilicata e fica entre o Mar Jônico e o Mar Tirreno como uma pequena península.

Uma terra onde convivem mar e montanha, oferecendo ao turista oportunidade de visitar lugares verdadeiramente únicos e imersos em uma cultura milenar.

 O sistema montanhoso da Calábria faz parte dos Appenninos e divide-se em três partes principais tombadas com três parques nacionais: Pollino, Sila e Aspromonte.

A principal planície é a de Sibari que abre-se na baía de Taranto, entre cabo Spulico e o cabo Trionfo. Outras planícies encontra-se ao redor de Crotone e de Santa Eufemia e de Rosarno.

No interior da Calábria estão espalhadas muitas aldeias, normalmente situadas nos cumes das colinas e rodados para as típicos cultivos mediterrâneos.

A orla da península conta com aproximadamente 800km: onde metade é banhado pelo Mar Tirreno e a outra metade pelo Mar Jônico.

 São inúmeros ao largo de todo litoral da Calábria balneários de praias extensas, muitas delas descontaminadas e que são preferidas de todos aqueles que desejam encontrar mar limpo e natureza intacta.

Os rios da Calábria são quase todos torrenciais. São típicos da região os "Fiumare", riachos secos durante a maior parte do ano e que tornam-se impetuosos na estação das chuvas; ideais para os amantes das experiência emocionantes do rafting. Os rios mais importantes são o Crati e Neto que deságuam no Mar Tirreno

 No interior da Sila existem quatro grandes lagos: o Cecita, o Argo, o Ampollino e o Passante.

O território da Calábria oferece na costa um clima quente entre junho e setembro e frio entre novembro e março.

No interior da península os invernos apresentam-se rígidos e são caracterizados também por a presença quase constante da neve.

No lado artístico e arqueológicos são inúmeras as provas espalhadas no território da região que vão desde a pré-história até a grandiosa epopéia da Magna Grécia.

Além disso são muitas as culturas que conquistaram, invadiram, habitaram e marcaram profundamente esta terra tais como os Romanos os Normandos, os Suévos, os Angevinos, os Aragoneses e, finalmente, os Borbones. Trata-se de fazes históricas que deixaram vestígios, começando pela estrutura urbana.

 O patrimônio artístico é muito rico com palácios, igrejas, castelos, zonas arqueológicas e obras de arte consideráveis como os Bronzes de Riace, as telas de Mattia Preti e o monumento Bizantino mais famoso da região, a encantadora Cattolica de Stilo.

O patrimônio artístico da região entrelaça-se com um produção artesanal que abrange escultura de madeira, cerâmica, manufatora de ouro, de ferro forjado e pedra.

Enfim não podemos esquecer que a Calábria é tradição e folclore; aqui pode se encontrar um catolicismo misturado com recordações de mundo clássico, pagão e da Idade Média e que repete-se desde muitos séculos e sempre apresentam uma enorme participação popular.

 São muitas as festas populares com produtos típicos como os cogumelos, as castanhas e colheita da uva.

Enfim vale a pena recordar os pratos típicos genuíno e de grande originalidade, fruto de uma mistura de tradições diferentes que incluem aquelas das comunidades gregas e albanesas que até hoje vivem nesta região .

Economia regional

A economia da Calábria apóia-se no firme pilar do porto Gioia Tauro. Devido a seu grande volume de tráfico, conquistou importante posição no comércio europeu. É também suporte para o desenvolvimento da agricultura, relevante apenas no cenário regional. O principal cultivo encontrado é o de frutas cítricas, mas vale destacar produtos como óleo e vinhos.

O principal obstáculo para o desenvolvimento econômico da região é sua estrutura geográfica. Por ser muito montanhosa, dificulta a comunicação e a instalação de grandes indústrias, confinadas a poucas localidades.

Há relativa importância no setor de construção. Em Arcavacata di Rende, em Cosenza, surge uma área tecnológica de excelência nacional, graças à instalação do Conselho Nacional de Pesquisas para a tecnologia das membranas.

Turismo

Devemos ser eternamente gratos aos Bronzes de Riace, as duas estupendas estátuas gregas recuperadas no mar e expostas, a partir do início da década de 80, no Museo Nazionale della Magna Grecia de Reggio Calabria. Graças à irresistível atração exercida pelas duas obras-primas (uma das quais atribuída a Fídias, grande escultor grego do século V a.C.), centenas de milhares de visitantes vieram à Calábria.

Assim, muitos deles finalmente descobriram, com alegre e admirada surpresa, uma terra belíssima, um mar sem poluição, uma natureza luxuriante, aqui e ali ainda selvagem, obras-primas arquitetônicas e artísticas em número e qualidade surpreendentes. Extraordinária, fascinante Calábria das mil surpresas, por vezes refinadas.

É de finíssima beleza, por exemplo, o Codex Purpureus, um raro evangeliário grego do século VI, conservado no Museu Diocesano de Rossano, escrito com letras prateadas e ilustrado com esplêndidas e muito elegantes figuras e cenas religiosas.

É uma surpresa de tirar o fôlego, para quem a vê pela primeira vez, a pitoresca, espetacular costa de Tropea, sobre o mar Tirreno (a Calábria também é banhada pelo mar Jônico). Repetimos, porém, que na Calábria as surpresas nunca terminam.

Página do Projeto de construção:

https://www.strettodimessina.it/

O Mar Mediterrâneo é um mar do Atlântico oriental, compreendido entre a Europa meridional, a Ásia ocidental e a África do norte; com aproximadamente 2,5 milhões de km², é o maior mar interior do mundo. As aguas do Mar Mediterrâneo banham as três penínsulas do sul da Europa (Ibérica, Itálica e a dos Balcãs) e uma da Asia, que saõ as que ligam com o Atlântico através do Estreito de Gibraltar, com o Mar Negro (pelos estreitos do Bósforo e dos Dardanelos), e com o Mar vermelho (no canal de Suez).Atinge a sua maior profundidade, 5121 metros, no Mar Jônico, a sul da Grécia.

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