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População : 119.610 hab
Superfície : 3264 km²
Capital e única Província : Aosta (AO)
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Aosta * |
A Região de Vale de Aosta (nomes oficiais em italiano, Valle d'Aosta, e em francês, Vallée d'Aoste) é uma região autônoma com estatuto especial situada no noroeste da Itália com cerca de 120 mil habitantes e 3 262 km², cuja capital é Aosta. É oficialmente bilíngüe, adotando tanto a língua italiana como a francesa.
Tem limites ao Norte com a Suíça (Cantão Valais), a Oeste com a França (Departamento de Alta Sabóia e de Sabóia na região Ródano-Alpes), ao Sul e a Leste com o a Região de Piemonte (Província de Turim, Província de Biella, Província de Vercelli).
( * )Administração
Na Região Autônoma do Vale de Aosta não existem províncias.
As funções provinciais provêm diretamente de Região Valle d'Aosta (74 comunas)
Dir-se-ia uma região em posição vertical. E não só no sentido físico, pelos muitos picos que a delimitam (entre eles o Monte Branco, a montanha mais alta da Europa, com seus 4807 metros), mas pelo Valle d'Aosta surpreendente concentração, numa região de dimensões tão reduzidas, de tantos esplendores naturais e de tantos monumentos e bens histórico-artísticos de grande valor. Uma densidade que evoca,no que se refere à verticalidade, o grande número de arranha-céus numa metrópole onde o espaço urbano horizontal seja algo raro. Aosta, capital e única província do Valle, é uma cidade rica em história. São bem visíveis os vestígios da antiga Augusta Pretoria (nome latino de Aosta), como o grande Arco de Augusto (25 a.C.) e os restos do Teatro Romano. A Idade Média foi para Aosta algo totalmente diferente de um período de trevas: importante centro de intercâmbios comerciais com a França e a Suíça, a cidade passou por um longo período de prosperidade. Não é por acaso que datam da Idade Médiaa Catedral e a Colegiada de S.Orso, duas igrejas de grande beleza. Há outros monumentos medievais mais abaixo da cidade: o castelo de Fénis e, nos arredores de Saint-Vincent, sede de um famoso cassino, o castelo de Issogne, que, com a sua insólita riqueza de afrescos e de arquitetura, confirma a prosperidade daquela época. São grandiosos os cenários naturais do Valle: dos imponentes cimos do Monte Branco à fascinante rudeza do Cervino (4478 m), do espetacular Monte Rosa (assim chamado pela cor assumida em determinados momentos pelas suas grandes geleiras) ao Gran Paradiso, a alta montanha que fica no centro do grande Parque Natural homônimo (mais de 200.000 hectares). São de antiga tradição e de sólida fama os centros de férias e as estações de esqui do Valle:Courmayer e Breuil-Cervinia são os mais conhecidos deles.
Pequeno mundo fechado entre geleiras eternas e altas montanhas, atravessada por vales amenas, é, ao mesmo tempo, ponto importante do tráfego das mercadorias através das Alpes.
A região é constituída de um vale principal, do rio Dora Baltea, que deságua no rio Po e de muitas vales laterais e a maior parte do território é ocupado por montanhas inacessíveis.
No caso desta região, como em muitos outros, a conformação geográfica do território teve enorme influencia sobre o desenvolvimento social e econômico: esta terra sempre foi apartada, isolada nos meses do inverno, somente interessada pelo comércio entre a Itália e a França do Norte.
Os habitantes da Valle d’Aosta – os Valdostani - foram agricultores desde sempre, transformando, onde foi possível, as colinas em terraços aptos ao cultivo, com um duro e incansável trabalho.
Os Valdostani falam um idioma parecido à língua francesa, (chamado “patois”) mas na faixa do Lys (aldeias de Grassoney-Saint Jean, Gressoney-La Trinità e Issime) encontramos uma ilha étnica (Walzer) onde se fala um dialeto alemão.
As aldeias são somente pequenos aglomerados de casas de campo, seja nos poucos planaltos, seja nas montanhas. As vocês trate-se de centros da Idade-Média, nascidos à sombra do castelo do sênior feudal, sem planejamento nenhum e que chegaram sem mudança nenhuma até o inicio do 1900; a partir daí muitos foram abandonados e muitos outros transformados pelo turismo.
Poucas destas aldeias são hoje íntegras. Quem desejar admirar a arquitetura original da Valle d’Aosta terá que procurar edifícios isolados em madeira ou em pedra.
Para os amantes deste tipo de visitas citamos as aldeias de Arnad, Montjovet, Borliara, Chamois, Cogne, Issogne e Pont d'Oel
Economia regional
A principal atividade ecônomica do Valle d’Aosta, seu pilar de sustentação, é o turismo. Milhares de turistas de todo o mundo viajam todos os anos para as montanhas cobertas de neve da região, especialmente propícias para a prática de atividades esportivas como o esqui e o snowboarding.
A abundante presença de água favoreceu altamente a produção de energia hidrelétrica. Também são importantes as indústrias químicas, siderúrgicas e minerais. A pecuária é outra atividade bastante explorada, principalmente a produção de bovinos. Isto impulsiona a produção de queijo e manteiga.
O Valle d’Aosta também representa um importante papel no sistema comercial de toda a Itália. Por situar-se em região fronteiriça, é corredor de passagem para a entrada de importações. A contribuir com esta atividade está o eficiente sistema ferroviário e rodoviário local.
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